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O mar de Manu, terceiro livro para todas as idades, de Cidinha da Silva, é um conto pleno de poesia e imagens. São pequenas histórias de sabedoria narradas no fluxo de um dia e uma noite vividos por Manu. A gente de Minas Gerais, assim como Manu, menino oriundo de algum lugar entre o Mali, o Níger e o Burkina Faso, precisa inventar o mar. As características geográficas desses lugares levam seus moradores a produzir metáforas sem água para representar o infinito. É o que faz Manu, personagem que aprendeu a sonhar com a mãe. Cidinha da Silva, desta feita em um texto curto, prossegue no caminho da escritura em linguagem simples e direta que dialoga com as instâncias mais sensíveis do leitor. O mar de Manu é a primeira publicação da Kuanza Produções, uma editora dedicada à formação do leitor literário e à ampliação do espaço editorial para as africanidades no Brasil.
Texto retirado do site: http://www.libre.org.br/titulo_view.asp?ID=10765
Sinopse:
A educadora musical, professora e coordenadora do Colégio Vértice Lilian Abreu Sodré realizou uma pesquisa primorosa para o Projeto África da escola. O resultado está neste livro. São doze canções tradicionais de sete países africanos, com sugestões de atividades que envolvem canto, instrumentação, brincadeiras cantadas e dança. Ao trabalhar com este livro em sala de aula, o professor de música, educação artística e Educação Infantil e Ensino Fundamental ensinará aos alunos não só a melodia das canções mas também as letras originais, com a respectiva transliteração, e poderá ampliar o trabalho com informações sobre o ambiente cultural mais amplo em que a experiência musical ocorre. O professor encontrará, ainda, orientações sobre como usar instrumentos musicais africanos e indicações de como fazer, junto com os alunos, instrumentos musicais com material reutilizável, além de partituras e glossário.
O livro é acompanhado por CD (produção musical, arranjos, gravação e voz de Clotilde Saporito) com catorze músicas e os playbacks para uso em sala de
aula.
Selecionado para o catálogo da Feira de Bolonha de 2011.
Orelha:
Acompanho o trabalho da professora Lilian Sodré desde que começou no Colégio Vértice, em 1997, com muita admiração pela sua seriedade profissional. Suas aulas são sempre antecedidas de pesquisa e formatação pedagógica e trazem invariavelmente novidades em termos de material e suporte. Nos projetos executados pelo Colégio, envolvendo entre outras as culturas do Oriente Médio e do Japão, Lilian tem se esmerado em ensinar aos alunos não só a melodia das canções mas também as letras originais e sobre o ambiente cultural mais amplo em que a experiência musical se assenta e interage. Quando propusemos a África como tema do projeto anual de 2009, Lilian realizou uma pesquisa primorosa para trazer com riqueza a cultura musical africana para nossos alunos. Foi um trabalho intenso, pois quase nada existia, no Brasil, que pudesse ser utilizado para o ensino de música africana nas escolas. O material deste livro, resultado do Projeto África de 2009, por ser inédito e único sobre a cultura musical africana, servirá não só como rica ferramenta para todos os interessados em utilizá-lo em sala de aula mas também para aqueles que queiram conhecer a diversidade cultural africana expressa em suas músicas.
Walkiria Gattermayr Ribeiro
Educadora e Diretora do Colégio Vértice
Sinopse - A enxada e a lança - A África antes dos portugueses - Alberto da Costa e Silva
Baseado em ampla pesquisa bibliográfica e na experiência de quinze anos de exercício da diplomacia em terras africanas, este livro é, como explica o autor, 'um manual que serve como introdução ao conhecimento da África' e se configura um clássico no estudo do africanismo no Brasil.
A enxada e a lança - A África antes dos portugueses - Alberto da Costa e Silva

ASPECTOS DA HISTÓRIA DA ÁFRICA, DA DIÁSPORA AFRICANA E DA ESCRAVIDÃO
SOB A PERSPECTIVA DO PODER EUROCÊNTRICO
Autor: Eduardo Antonio Bonzatto
Ícone Editora
Coleção Conhecimento e Vida
ISBN 978-85-274-1146-2
16 x 23 cm
352 páginas
0,500 Kg
R$ 45,00
Link: Livro no site Ícone Editora
RESENHA: Esta obra norteada pela hipótese de que o poder eurocêntrico (ou “sistema-mundo”, traduzido basicamente por termos tão universais quanto desenvolvimento, progresso, direitos, ecologia e que implica em efeitos colaterais tão familiares como pobreza, hierarquia, obrigações, destruição do meio ambiente) degenera todas as relações sociais estabelecendo uma “pirâmide de pequenos tiranos” onde quer que se instale. O autor faz, ainda, excelentes digressões sobre aspectos importantes sobre as questões epistemológicas da História, propondo uma abordagem hermenêutica da História. Mostra a História da África, sob o aspecto do poder europeu, em três momentos chave para entendermos os seus desdobramentos: a invasão, dada por portugueses e holandeses no século XV e XVI, efetuada por potencias marítimas armadas da cruz e da espada; a ocupação, efetuada pelos movimentos imperialistas e colonialistas do século XIX, que solucionavam dois problemas internos à sua própria dominação salvacionista contra os proletariados nacionais; e a colonização definitiva, implementada pelos movimentos emancipatórios e pós coloniais dos anos 1950 em diante, caracterizados pelo modelo de Estado-nação desenvolvimentista. Apresenta ainda uma preciosa abordagem sobre como a diáspora levou a cultura africana para onde foram levados os homens e mulheres capturados e a escravidão instalou no novo mundo uma marca que jamais poderá ser removida. Finaliza com um excelente estudo sobre a escravidão africana.

FICHA TÉCNICA
Título: Ingoma, o menino e o tambor – a tradição do batuque de umbigada
Autor: Lucas Puntel Carrasco
Ilustrações: Daniel Ribeiro e José Agustin Carrasco Mandeville
20 páginas
Formato: 16 x 23 cm
Editora: Puntel Editorial
Ano de publicação: 2010
SINOPSE DE INGOMA, O MENINO E O TAMBOR
Olhar para trás com orgulho e respeito. É esta a mensagem que crianças e jovens pelo interior de São Paulo são estimuladas a ler nas páginas de Ingoma – o Menino e o Tambor. A obra foi inspirada na convivência com o mestre de Batuque Vanderlei Bastos, de Piracicaba (SP), como também na vivência do autor, Lucas Puntel Carrasco, que caipira de Rio Claro (SP) e afro-descendente cresceu vaquejando em sua infância naquele município.
De um jeito simples, Ingoma apresenta o menino Dito, que vive em uma comunidade negra na periferia de Piracicaba. Ele descobre a tradição do Batuque de Umbigada, ou Tambu, sempre cultivado no quintal por sua avó e por velhos mestres dos sítios da vizinhança e cidades como Tietê e Capivari – cuja comunidade quilombola, certificada pela Fundação Palmares em março de 2007, traz consigo um legado de resistência, organização e, sobretudo, conquista ao direito da terra.
Com prefácio de Zé Hamilton Ribeiro, editor-chefe do Globo Rural, e contra-capa assinada pelo sambista Nei Lopes, agraciado com a Ordem do Mérito Cultural e autor do Dicionário Banto do Brasil e Enciclopédia da Diáspora Africana, o romance prioriza culturas em vias de extinção – caipira e quilombola – além de ser conduzido por proponente de relevância na área (escritor afro-descendente de origem caipira premiado no PAC 2006 (Secretaria de Estado da Cultura) pelo livro infanto-juvenil Pindá, a menina do mar: sonetos para uma infância caiçara.
Considerando que a lei federal nº 10.639, de janeiro de 2003, torna obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira; que, em seu esteio, inúmeros cursos vêm sendo oferecidos para formar educadores capacitados no assunto; que, a exemplo do município mineiro Carmo do Rio Claro (MG), o projeto “Vida Rural” oficializou na grade curricular o caipirês, matéria sobre linguagem, crendices, música e medicina popular caipira; nesse sentido o livro Ingoma, tanto no conteúdo do miolo como em seu suplemento pedagógico, resgata e valoriza os costumes e as tradições caipira e afro-brasileira; ou melhor, “afro-caipira”. Com isso, transmite esse fundamento para crianças e jovens dos ensinos fundamental e médio, promovendo assim sua continuidade.
SOBRE O AUTOR
Lucas Puntel Carrasco nasceu no Natal de 1979 em Rio Claro (SP). Trabalha em São Paulo com revisão de texto e assessoria editorial. Publicou Pindá, a menina do mar – sonetos para uma infância caiçara, que em 2007 lhe rendeu o prêmio ProAC.
Editor e pesquisador do songbook PretoBrás, o livro de canções e histórias de Itamar Assumpção, o autor também publicou na revista Cronopinhos o conto ecológico Dulenega – um gosto de fábulas no mar de gatos, sobre lendas dos índios caribenhos kuna-yala.

Kiusam de Oliveira
Preço sugerido: R$28,00
Omo-Oba é uma ótima pedida para presentear crianças de todas as idades, todas mesmo, de 0 a 100 anos. É voltado para você que se preocupa em revelar às suas crianças a diversidade presente neste país e o quanto ela deve ser valorizada.
As histórias deste livro mostram como princesas se tornaram, mais tarde, rainhas. São histórias de fontes tradicionais contadas e recontadas pelo povo africano e afrobrasileiro, nas quais uma mulher chamada Oduduwá criou o planeta Terra e, se uma mulher teve esta capacidade, o poder certamente está com ela.
Ceará
Littere Editora
Rua Capitão Hugo Bezerra, 376, Barroso, Fortaleza
Fone: (85) 3274-0111
Goiás
MF Comércio de Livros LTDA
Rua Setenta, 124, Centro, Goiânia
Fone: (62) 3224-0272
Rio de Janeiro
ECM Distribuidora de Livros LTDA
Rua Pareto, 23, Tijuca, Rio de Janeiro
Fone: (21) 2264-2815
São Paulo
Casa de Livros
Rua Vitorino de Morais, 44, Chácara Santo Antônio, São Paulo
(11) 5189-8080
Minas Gerais
Mazza Edições
Fone: (31) 3481-0591
edmazza@uai.com.br
Também poderá comprar nas livrarias online como http://www.saraiva.com.br/, mas a entrega demora cerca de 16 dias, conforme eles informam no próprio site.
Sobre a escritora:
Kiusam de Oliveira
Santo André, São Paulo, Brazil
Doutora em Educação e Mestre em Psicologia pela Universidade de São Paulo. Arte educadora, bailarina e coreógrafa. Ativista do Movimento Negro. Assessora da Secretaria de Cultura de Diadema nas temáticas ligadas às artes, gênero e relações etnicorraciais; o mesmo com a Educação. Autora do livro Omo-Oba: Histórias de Princesas, Mazza Edições, 2009. Ilustrações de Josias Marinho, recomendado pela FNLIJ para Bologna Children's Book Fair 2010.
A Casa das Africas recomenda: ''Mocambique'' de Jose Luis Cabaço

''Moçambique: Identidade, colonialismo e libertação'' de José Luis Cabaço
Depois de 30 anos fora da academia, José Luís Cabaço, antigo jornalista, ativista e ministro, voltou à universidade para se doutorar com distinção e louvor pela USP. O trabalho rendeu-lhe o Prêmio de Melhor Tese de Doutorado no Concurso Anpocs (Associação Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais) e foi publicado pela Editora Unesp. A obra, nas palavras do seu autor, procura fazer uma análise do tempo colonial até a Independência, incidindo nas ideologias que se expressam nas políticas de identidade enunciadas em diferentes momentos. Há também uma abordagem crítica às 'ideias luso-tropicalistas' de Gilberto Freyre e, finalmente, uma viagem à luta de libertação nacional com uma análise crítica à propo sta identitária nacional da Frelimo. Cabaço esteve presente na luta emancipadora de Moçambique. Também ajudou na transformação de seu país após a proclamação da independência em 1975, assumindo diversas responsabilidades no governo, inclusive cargos ministeriais.
Encontre o livro: http://www.editoraunesp.com.br/titulo_view.asp?IDT=1097
Sobre o autor – José Luís Cabaço é moçambicano e doutor em Antropologia pela Universidade de São Paulo. Participou na luta pela independência do seu país nas fileiras da Frente de Libertação de Moçambique. Após a proclamação da independência em 1975, assumiu diversas responsabilidades no governo e nas instituições políticas, até se retirar do serviço público em 1992. Foi professor convidado na Universidade Politécnica de Moçambique e hoje é reitor da Universidade Técnica de Moçambique.

Literaturas africanas e afro-brasileira na prática pedagógica
Iris Maria da Costa Amâncio, Nilma Lino Gomes, Miriam Lúcia dos Santos Jorge
Sinopse
Integrante da Coleção Cultura Negra e Identidades, este livro propõe ao docente uma postura pedagógica mais responsável, que privilegie o diálogo intercultural e supere preconceitos e estereótipos. Para isso, as autoras mostram ao professor e à professora as contribuições das Literaturas africanas e afro-brasileira na prática pedagógica.
O universo literário africano como ferramenta para a efetivação da Lei nº 10.639/03 é o cerne deste livro que parte da necessidade de uma educação da diferença para apresentar aos leitores quais são as pesquisas que caminham nesse sentido no campo educacional e chamar a atenção para a importância de investir na educação como direito social.
Até quando os cursos de Pedagogia e de licenciatura continuarão negando ou omitindo a inclusão do conteúdo da Lei nº 10.639/03 nos seus currículos? O que fazer diante das lacunas que comprometem a implantação dessa Lei? Essas são algumas das questões tratadas neste livro que busca analisar como têm sido os cursos de formação inicial de professores quando o assunto é a discussão sobre África e questão afro-brasileira.
Nilma Lino Gomes
É doutora em Antropologia social pela USP e professora adjunta da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais. É coordenadora do Programa Ações Afirmativas na UFMG e membro da equipe do Programa Observatório da Juventude pela mesma universidade. Possui vários livros sobre questão racial.
Ficha Técnica do Livro
Páginas: 168
Formato: 15,5 x 22,5 cm
Editora: Autêntica
ISBN: 9788575263013
Código: 10153
Área temática: Educação em geral
Coleções: Cultura negra e identidades

Cabelo Ruim? A história de três meninas aprendendo a se aceitar
Autora: Neusa Baptista Pinto
Ilustrações: Nara Silver
Obra
A descoberta da beleza própria e a auto-aceitação são o assunto central deste livro.A história da amizade entre três meninas negras e pobres, que enfrentam as manifestações preconceituosas com relação ao seu cabelo crespo e vão, aos poucos, aprendendo a aceita-lo, a brincar com ele e amá-lo do jeito que é.Surgem novos penteados e com eles também novas formas de ver a si e ao outro, coragem e ousadia para fazer e ser diferente.
Sobre a autora
Neusa Baptista Pinto, 31 anos, é jornalista formada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Mato Grosso. “Cabelo Ruim? A história de três meninas aprendendo a se aceitar” é sua primeira aventura literária publicada. O livro integra seu projeto “Pixaim: Nem bom, nem ruim – Apenas diferente”, cujo objetivo é estimular a valorização do cabelo crespo. Natural de Lençóis Paulista (SP), há 20 anos vive em Cuiabá, Mato Grosso.
Sobre a ilustradora
Nara Silver, 21 anos, é formada em Moda pela UNIDERP (Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal), em Mato Grosso do Sul. Natural de Goiânia (GO), trabalha como estilista, designer gráfico e ilustradora. Também vive em Cuiabá, Mato Grosso.
Autora: Neusa Baptista Pinto
Edição: 1ª
Data de Publicação: 2007
ISBN: 978-85-89560-17-7
Tamanho: 17 x 24 cm
Nº de páginas: 40
Gênero: Literatura Infanto-juvenil
Editora: TantaTinta
(65)3023-5714/5715 - contato@tantatinta.com.br

Rotas atlânticas da diáspora africana: da Baía de Benin ao Rio de Janeiro
Editora EdUFF - 316 páginas
Mariza de Carvalho Soares (org.)
(www.uff.br/eduff)
Rita, escrava mina, comprou sua alforria com os lucros do seu ofício de quitandeira. João Mina alcançou a liberdade graças à esperteza de uma preta que o ajudou a fugir, enquanto Maria mina a conseguiu com a ajuda de sua comadre. O que eles têm em comum? Vindos da Costa da Mina, litoral ocidental africano, estes escravos conseguiram se libertar do cativeiro e tornarem-se visíveis aos olhos da sociedade. Organizado pela historiadora Mariza Soares, Rotas atlânticas da diáspora africana reúne artigos que analisam a presença da chamada nação mina no cenário urbano do Rio de Janeiro. Preocupados em costurar as pistas de como viviam esses escravos, os autores mostram que estão bem afinados com a mais nova tendência nos estudos da escravidão: sobre a dispersão pela América de milhares de pessoas vindas de diversas regiões da África. Impossível não se deixar seduzir pelas histórias das irmandades religiosas e pelo tempero e o prestígio das negras minas quitandeiras.
(Amanda Alvarenga)

Devoção negra: santos pretos e catequese no Brasil colonial
Editora Quartet, 368 PÁGINAS
Anderson José Machado de Oliveira
(www.quartet.com.br)
Que fios misteriosos podem ligar uma princesa da Núbia do século I e um imperador etíope do século VI a irmandades negras brasileiras do XVIII? O livro de Anderson José Machado de Oliveira percorre com rigor investigativo estes fios, que de invisíveis e improváveis tornam-se evidentes e claros, abrindo frestas sobre a sociedade colonial, suas formas de catequese e devoção, e suas relações de poder. Ao longo dos mesmos fios, que fazem dos santos pretos Efigênia e Elesbão modelos de virtude para africanos e descendentes, são analisados os principais nós: a hagiografia medieval, a Ordem do Carmo, que se apropria dos dois nobres antigos, e seu cronista, frei José Pereira de Santana, objeto de um interessante estudo de micro-história.
Entre eficácia e limites do projeto de catequese e a criatividade da população negra, o que salta aos olhos é uma sociedade em movimento que reconstrói continuamente valores e papéis. (por Marcello Scarrone)

Adinkra vem em boa hora destacar o universo filosófico e estético asante que se tornou patrimônio do país de Gana e que depois viajou ao outro lado do mundo. Ao reunirem os símbolos adinkra, os organizadores deste volume nos propiciaram um recurso exemplar que muito contribuirá para fertilizar o terreno da consciência sobre as cosmovisões da África continental e o seu significado para o Brasil e para as sociedades do hemisfério americano. Em português, inglês, francês e espanhol.
Livro de Elisa Larkin Nascimento | Luiz Carlos Gá
Editora: Pallas

Em Diário de Bitita, Carolina Maria de Jesus, narra os dramas vividos durante sua infância e juventude na cidade de Sacramento, e mostra que os problemas sociais do início do século XX continuam os mesmos no século XXI.
Livro de Carolina Maria de Jesus
Editora: Bertolucci

Clássico contemporâneo da sociologia e dos estudos da cultura, 'O Atlântico negro', de Paul Gilroy, professor da Universidade de Yale, busca definir a modernidade a partir do conceito de diáspora negra e suas narrativas de perda, exílio e viagens. Histórias de deslocamentos e identidades caracterizam essa formação que Gilroy chama de Atlântico negro - um conjunto cultural irredutivelmente moderno, excêntrico, instável e assimétrico, que escapa à lógica estreita das simplificações étnicas e se manifesta tanto nos escritos de W.E.B. Du Bois como nas letras dos 'rappers' do século XXI.

BIOGRAFIA
Edison Carneiro foi um dos maiores estudiosos das origens e influências do negro
brasileiro. Formado em ciências jurídicas pela Faculdade de Direito da Bahia, em
1936, iniciou atividade de escritor e pesquisador, chegando a integrar a Academia dos
Rebeldes juntamente com Jorge Amado. Em 1939, fixou residência no Rio de Janeiro e
assinou obras importantes como Negros bantus (1937), O Quilombo dos Palmares (1947),
Folclore no Brasil (1963) e Religiões negras (1966).

O livro é da escritora negra mineira Cidinha da Silva que inaugura um novo estilo, a literatura infantil.
Cidinha da Silva é escritora e parceira de MARIA MULHER - Organização de Mulheres Negras. Desta vez, a mineira, historiadora, ensaista e ativista do movimento de mulheres negras devotou um olhar especial para as crianças e adolescentes e inspirada escreveu Os nove pentes d'África, seu primeiro livro de conto infanto-juvenil.
Este é o quarto livro de Cidinha da Silva que deve repetir o sucesso de vendas de suas obras anteriores.
A mais recente obra literária de Cidinha da Silva foi feita para o público infantil, mas terá, com certeza, leitura disputada pelos adultos. A história construída em 56 páginas, com ilustração da atriz Iléa Ferraz, é lançamento da Mazza Edições, editora de Belo Horizonte, Minas Gerais.
Na apresentação de seu novo livro, a escritora expressa que "Os nove pentes d'África" tecem um bordado de poesia e surpresa na tela de uma família negra brasileira. Os pentes herdados pelos nove netos de Francisco Ayrá, personagem condutor, são a pedra de toque para abordar a pulsão de vida presente nas experiências das personagens e rituais cotidianos da narrativa.
O livro de Cidinha da Silva cativa pelo universo das relações familiares, no respeito à sabedoria dos mais velhos e à ancestralidade africana. A autora faz sua estréia num campo de poucos autores dedicados a escrever histórias para crianças e adolescentes.
Estímulo necessário - A motivação, segundo a autora, veio de casa, da família "e em especial dos pequenos, uma sobrinha, com seis anos, em processo de alfabetização, soletrava as letras do Tridente - referência ao seu segundo livro Cada Tridente em seu lugar" -. Aquilo me comovia e angustiava. Expliquei que se tratava de um livro para adultos, por isso as letras eram pequenas e daí sua dificuldade para ler. Ela então me perguntou: "- Tia quando você vai escrever livros para crianças?".
Na indagação infantil o estímulo necessário para a escritora mergulhar nesse novo processo criativo. Cidinha da Silva está fascinada pela experiência. "Creio que ficarei neste este caminho por algum tempo. Estou determinada a ser lida pelos pequenos da minha casa, enquanto são pequenos, e fico felicíssima quando meus sobrinhos levam meus livros para a biblioteca da escola em que estudam, ou quando encontram meus livros por lá e vêm me contar. É delicioso sentir que eles têm orgulho de mim e agora poderão ler minha literatura sem esforço, apenas por prazer".
Outras publicações da autora - "Ações afirmativas em educação: experiências brasileiras", de 2003, um livro de ensaios organizado por Cidinha da Silva com a parceria de sete outros autores e autoras. "Cada tridente em seu lugar", já em segunda edição (2006/2007), é o seu primeiro livro de ficção. Em 2008, Cidinha da Silva publica "Você me deixe, viu? Eu vou bater meu tambor", um conjunto de 26 textos, entre crônicas e mini-contos, que gira em torno das afetividades, da sexualidade, do amor e do corpo.
African Studies Programs, Research Centers, & Universities
This document provides access to information available on the Internet. For a broader view of the study of Africa at institutions around the world and volunteer programs in Africa.
Programas de Estudos e Centro de Pesquisas & Universidades.
Este site fornece acesso a informações disponíveis na Internet.
O ojetivo é fornecer uma visão mais ampla sobre os estudos sobre África em instituições ao redor do mundo e programas voluntários em África.
http://www.columbia.edu/cu/lweb/indiv/africa/cuvl/afstprog.html